Não havia dinheiro suficiente no cartão quando tentou comprar o medicamento, e a mulher não sabia o que fazer. Mas, ao entrar na farmácia, um desconhecido fez algo que deixou todos os presentes perplexos.
A mulher, segurando uma criança com febre alta, foi à farmácia comprar medicamentos.
Ao chegar à farmácia, lembrou-se de que não tinha trazido dinheiro em numerário, mas tinha o seu cartão bancário, que poderia utilizar para pagar os medicamentos.
Aproximou-se da caixa e pediu ao farmacêutico um antipirético e os outros medicamentos prescritos pelo médico.
O funcionário da farmácia, um homem de meia-idade, separou os medicamentos necessários e inseriu-os no computador, mas quando a mulher colocou o cartão na máquina de pagamento, o sistema recusou a transação, indicando um saldo insuficiente.
Uma segunda tentativa também falhou.
Desesperada, a mulher pediu ao farmacêutico que lhe desse o medicamento, explicando que a criança estava com febre alta e que todos os minutos contavam, e que traria o dinheiro nessa noite.
Mas a funcionária recusou, afirmando que teria de pagar ou devolver o medicamento.
A mulher estava sem saber o que fazer: por um lado, olhava para o filho febril; por outro, pensava como pagar na caixa. Nesse instante, um senhor entrou na farmácia.
Apercebeu-se da atitude da farmacêutica em relação à mulher e fez um gesto que deixou todos os presentes atónitos, como se estivessem petrificados.
O seu cartão foi recusado quando tentou pagar o medicamento, e a mulher sentiu o pânico crescer dentro de si. Segurava nos braços uma criança febril, cujo corpinho tremia e cuja testa ardia. Cada minuto parecia crucial.
O farmacêutico, um homem de meia-idade, verificou o cartão sem demonstrar emoção, mas o ecrã exibia “recusado” repetidamente. “Posso voltar mais tarde com o dinheiro”, implorou a mulher, com a voz trémula. Mas o homem limitou-se a acenar com a cabeça, insistindo: ou o pagamento ou a devolução do medicamento.
Estava prestes a desabar em lágrimas quando a porta da farmácia se abriu e entrou um senhor, vestido de forma elegante, mas discreta. O seu olhar captou imediatamente a tensão no ar: o medo da mãe, a indiferença do farmacêutico.
Sem dizer uma palavra, aproximou-se do caixa e entregou o seu cartão.
O farmacêutico, surpreendido, aceitou-o; o pagamento foi aceite instantaneamente. O homem sorriu gentilmente para a mulher: “Não se preocupe. Vai correr tudo bem”. De seguida, estendeu a mão e indicou um banco perto da janela onde se poderia sentar com a criança.
A mulher olhou-o admirada, e ele disse suavemente: “Por vezes, a ajuda vem de onde menos se espera.” Ela não sabia quem ele era, mas naquele instante, o seu medo desapareceu, substituído por uma profunda gratidão e um doce encantamento.









