Um bilionário implacável decidiu conceder três desejos à filha da sua governanta: o último desejo dela deixou-o sem palavras.
Este empresário implacável construiu a sua fortuna com pura tenacidade e cálculos astutos. A sua imensa mansão, vasta e austera, era o símbolo do seu sucesso e poder.
Mas, apesar de toda esta riqueza, a casa parecia vazia. Após o divórcio, a sua mulher deixara-o com o filho, e desde então, vivia sozinho, rodeado apenas pelos seus empregados.
Marie, a sua governanta, trabalhava para ele há oito anos. Tentava ser discreta, quase invisível, como se não quisesse perturbar a rígida ordem do bilionário. Por vezes, trazia consigo a filha Emily, uma menina de oito anos que passava horas a fazer os trabalhos de casa num canto da casa.
Certa manhã, ao entrar na cozinha para tomar o seu café, o bilionário avistou Emily, absorta nos seus cadernos. Sentou-se à mesa, mas os seus olhos não paravam de voltar para ela. Então, aproximou-se e começou a conversar com a menina.
Emily ergueu os olhos, sem se aperceber de quem estava diante de si. Com uma sinceridade infantil, começou a contar-lhe as dificuldades da sua vida e da vida da sua mãe.
O bilionário, tocado pela sua franqueza, permaneceu em silêncio por um instante e, num gesto inesperado, decidiu conceder a Emily três desejos. O seu último desejo deixou o bilionário sem palavras.
No seu primeiro desejo, Lily pediu à mãe para parar de chorar à noite por causa das dificuldades que enfrentavam. O seu desejo foi atendido; o bilionário liquidou todas as dívidas de Maria e duplicou o seu salário.
O segundo desejo de Lily era fazer o bilionário sorrir. Aos poucos, isto transformou o homem frio e distante em alguém capaz de rir e partilhar momentos de alegria.
Por fim, no seu último desejo, Lily pediu a Alexander que se perdoasse pelos seus erros passados.
As suas palavras comoveram profundamente o bilionário, que, pela primeira vez, deixou as lágrimas correrem e se libertou do seu passado.










