Muito antes de se tornar um ícone da cultura pop, era apenas aquele miúdo esquisito de Englewood, Nova Jérsia, que, em vez de andar de bicicleta, aprendia coreografias e tinha aulas de representação.
Enquanto os seus colegas sonhavam com carros desportivos, o pequeno Johnny Travolta tinha duas paixões: o teatro e… os aviões. O mais novo de seis filhos numa família de artistas, absorveu a atmosfera do palco desde pequeno. A mãe era atriz e professora de teatro — o palco estava-lhe no ADN.

Aos 16 anos, abandonou a escola — não por rebeldia, mas por paixão. A Broadway chamou, e ele atendeu. A sua primeira grande chance? Um papel na versão teatral de “Grease” — ainda antes de o mundo conhecer o filme Danny Zuko.
Depois veio “Os Embalos de Sábado à Noite”, e o resto é história…
Mas nem todos sabem que a verdadeira paixão de John sempre foi voar.

Apesar da fama e do brilho de Hollywood, Travolta continua a ser um dos atores mais terra a terra e afetuosos da indústria.
Passou por muito — perdeu o filho e depois a mulher —, mas lidou com tudo isso com dignidade e um coração aberto aos outros.

Dançou, voou, amou, sofreu e… nunca deixou de ser ele próprio. Travolta: calmo, autêntico, sempre com um toque de sábado à noite na alma.
Já adivinhou de quem estamos a falar? Toda a história no primeiro comentário.







